sábado, 6 de janeiro de 2018

MEDIDAS DE ISRAEL, E O CRISTIANISMO.

"Porque assim como em um corpo temos muitos membros, e nem todos os membros têm a mesma operação,"  (Romanos 12 : 4)

As medidas da história sempre revelará que existe um Deus  no controle ou atento aos acontecimentos deste mundo.
Assim como temos as mãos, pés, olhos, braços  e outros membros, á direita como esquerda, que são semelhantes, assim é a história esta organizada.    Ela revela que existe um Deus a par de tudo que ocorre neste mundo. Não importa a sua idade, suas medidas são semelhantes, ainda que você não é ciente disto. Uma instituição sadia cresce e   é  multiplicada como as celulas do corpo de uma criança. Com o tempo  existe uma tendencia de desacelerar sua multiplicação.
"Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos?"  (I Coríntios 6 : 19)
A presença de Deus na vida humana é que faz a diferença, quanto mais venha ser a  proximidade de uma pessoa com Deus, melhor será sua experiência. Melhor será  a perspectiva de sua real condição diante de Deus. Você já ouviu a frase: "Eu faço o  que  quero de minha vida?"  Este conceito ou sentimento é   contrario ao sentimento ou conceito: "que não sois de vós mesmos".
Deus te da a liberdade de escolha, não permite que você tome a direção da sua vida em todos os aspectos. E como prova disto tenho a  apresentar  as medidas da história. Aqueles  que estão   no palco desta  vida, deve entender que  graças a Deus, não  fazemos tudo o que queremos em  todas as  circunstâncias.



O ano  de  457  antes de  Cristo foi a  saída para 490 anos separados para o povo judeu, terminando no ano 34 depois de  Cristo com a Morte de Estevam.
http://biblia.com.br/perguntas-biblicas/daniel/por-que-o-ano-de-457-a-c-e-o-inicio-da-contagem-dos-490-anos-de-daniel-924-27/
Com base em um decreto 457 AC (agora universal ou oficial) os judeus deveriam  restaurar Jerusalém. Depois de 490 anos, o "tempo separado". Quero antes de tudo apresentar que existe uma dificuldade de entendimento sobre qual seria a data correta para saída deste tempo "separado." pelo fato de existir outros decretos de datas anteriores ou posteriores. Mas pensando em facilitar isto Deus fez com que estas medidas se repetissem na história do povo de Israel em nosso tempo. O inicio para imigração do povo judeu  á  palestina hoje tem varias datas, apresentadas. Assim ocorreu no passado, mas assim como existem muitas datas apresentadas para a volta do povo judeu sentido palestina hoje, assim ocorreu no passado. Contudo oficialmente aceito a data de 1947-1948. Conforme apresento na linha abaixo.
Depois de 536 anos partindo do ano 34 DC.  nasce Maomé o profeta do mundo do Islã.

Depois de 70 anos saindo do ano 570 dC data do nascimento de Maomé,  se deu o fim do domínio romano sobre o Egito, 640 dC.
639-641. Conquista da Mesopotâmia, atual Iraque, pelos exércitos árabes.
Assim como no ano 70 DC Jerusalém  foi tomado pelos romanos, assim os árabes conquistaram o Egito ou atual Mesopotâmia. (Região entre dois rios) ano de 639-641. Estes dois poderes ainda que tem uma mistura de crenças em seu interior, são evidência em toda historia religiosa, até os dias de hoje.

Saindo do ano 640 dC somando 1307 anos chegamos ao ano 1947, neste foi proposto a partilha da palestina por um comité especial das Nações Unidas, desencadeando a independência do estado de Israel. Contudo Israel não tinha Jerusalém como capital de seu Estado. Assim como o poder da igreja de Roma havia sentido um golpe significativo 1307 DC assim os árabes da região da Palestina sentiram o mesmo golpe tanto internamente como territorial.


Saindo novamente do ano 1947 chegamos ao ano 2017 onde o presidente EUA apontando Jerusalém como capital do Estado de Israel. Ou seja, saindo do ano 640 somando 1377 chegamos ao ano 2017.
Assim como a igreja de Roma volta-se como capital do cristianismo no ano 1377 cabendo muitos ajustes, assim agora em 2017 as portas estão abertas para que o povo de Israel faça o mesmo. Mas haverá tantas dificuldades como foi para Roma, firmar no seu retorno como capital.

Contudo devemos ser cuidadosos, não devemos querer descobrir o futuro de Israel comparando esta linha de tempo, pois, muitas das vezes as medidas da história são rebatidas, ou inversas. Deixei um exemplo na ultima imagem para que tenham uma noção da complexabilidade e farei isto nas postagem posteriores.



O meu objetivo em contar a história de forma diferente da usual, tem como base, a que é apresentada pelos grandes núcleos de ensino, ainda que de forma particular. O foco destas postagens é  que Deus esta no controle de tudo, e não buscar saber o futuro. Ainda que este material pode apontar a direção que estamos indo, ele não tem como objetivo fazer revelação futurista.








Esta linha do tempo abaixo  resolvi apresentar  neste artigo para deixar claro que, a história tem medidas rebatidas, como de uma construção  de casas geminadas. Que tem um mesmo projeto, mas em sentido oposto.





Para alguns historiadores Jeremias faleceu no ano 577 AC.

Ciro II deve ter nascido no quarto ano em que Ester era rainha, em 576 a.C. e, se assim é, ele teria vinte e seis anos em 550, quando assumiu o trono da Média, em lugar de Astiages (Assuero). Os judeus progrediram muito no império medo-persa, ao exterminarem com todos os agagitas (hagarenos).
https://www.recantodasletras.com.br/artigos/2591915
Depois de 70 anos do nacimento de Ciro é instituido em Roma uma republica
507 a.C.: Sob a orientação de Clistenes, fundação da democracia ateniense.
507 a.C.: Em Roma, consagração do Capitólio a Júpiter.
507-8 AC Finda a Monarquia romana, e inicia a Republica romana.
800 DC.  Carlos Magno é coroado.

Este artigo será no futuro completado, na mesma postagem, ou em outra, apresentado outra linha de tempo semelhante para eventuais comparações, como fiz com a linha do tempo acima.

Todo este material é de pesquisa, cabendo modificações posteriores. E quero pedir desculpas por não postar as matérias com mais regularidade, tenho muito pouco tempo para postar, ainda que tenho uma infinidades de linhas  de tempo para publicar. Me dedico muitas horas em estudo, assim me resta  pouco tempo tenho para editar ou  publicar  as matérias. Mas farei o máximo sempre, para não decepciona-los.


Volte sempre que puder.

jjcordeluz@hotmail.com



sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

A FRANÇA E INGLATERRA SUAS MEDIDAS 1260 anos.

A HISTÓRIA E SUAS MEDIDAS REBATIDAS.

Quando falo em medidas, estou falando de períodos em que encontramos, os acontecimentos semelhantes, ainda que não idênticos. Eu sei que talvez, você tenha alguma duvida a respeito se existe alguém no controle deste Mundo. 
Tudo parece estar  acontecendo por  motivos políticos ou religiosos.
Mas neste espaço, quero te apresentar que existe um   tempo para que estes eventos tendem ocorrer. Você sempre poderá estar, de um lado ou de outro, na cena deste Mundo, a escolha sempre será a tua. O que você não  terá como  escolher em que período da história você viverá.

Então vamos a história.



Conversão de Clóvis 496

Quanto a conversão de Clóvis temos duas datas, uma apresentando que converteu se  no ano de 495, e seu batismo no ano no natal de 496. 
Clóvis já era o mais forte dos reis bárbaros, e a aliança com os bispos foi fundamental para isso, devido a sua autoridade. Esses foram os primeiros bárbaros que se converteram ao catolicismo. 
Quando nasceu o primeiro filho de Clotilde e Clóvis, este morreu, e o marido lhe disse: “Os meus deuses tê-lo-iam curado, o teu não o salvou”. Em seguida nasceu um segundo que esteve gravemente enfermo; disse São Gregório de Tours que: “Clotilde orou tanto pela recuperação da criança que Deus o curou”.    Na batalha decisiva de Clóvis contra os alamanos, em 496, onde ele poderia perder tudo, quase desesperado, apelou para o Deus de Clotilde; e se comprometeu a receber o batismo se alcançasse a vitória. Foi o que aconteceu. Na verdade, nos desígnios de Deus, Clóvis cumpria uma missão que desconhecia. Com o seu batismo a Igreja conseguiu uma vitória decisiva, e se decidia o destino do Ocidente.
http://cleofas.com.br/a-conversao-de-clovis-rei-dos-francos/

Os francos, um povo da Germânia, tinham se estabelecido no norte da França, perto da aldeia Cambrai, uma parte mais religiosa do país, que ficou famosa pelo santuário de São Martinho de Tours e pelas lendárias virtudes de outros santos. Clóvis era um pagão, mas Clotilde, sua esposa, tinha abraçado a fé católica. Ela vinha a muito tempo incitando-o a tornar-se cristão, mas ele se demorava a crer. Por fim, no entanto, quando em uma batalha contra os alamanos, e se encontrando em perigo, ele pensou no Deus de Clotilde, e orou a Ele, declarando que seus antigos deuses tinham falhado para com ele, e prometendo se tornar um cristão se ele ganhasse a vitória. A maré da batalha virou; seus inimigos foram derrotados, e, fiel ao seu voto, no Natal de 496, Clóvis foi batizado em Reims pelo bispo Remígio. Três mil guerreiros seguiram seu exemplo, declarando estarem dispostos a adotarem a mesma religião de seu rei.

Aqui temos outro que a semelhança de Constantino abraçou o cristianismo. 
Clóvis encontrou na profissão do cristianismo algo mais favorável aos seus interesses políticos, mas isto não produziu mudança para melhor em sua vida. Seu objetivo era conquistar, sua ambição não tinha limite, suas obras eram ousadas e cruéis. De um mero líder franco com um território pequeno ele se tornou o fundador da grande monarquia francesa. E de sua confissão da fé católica, e de sua aliança com o Pontífice Romano, ele foi reconhecido como o campeão do catolicismo, e declarou-se o único soberano ortodoxo do Ocidente: todos os outros eram arianos. Alarico, que conquistou Roma; Genserico, que conquistou a África; Teodorico, o Grande, que se tornou o rei da Itália; e muitos dos reis lombardos, eram todos arianos. Por esse motivo os reis da França derivam de Clóvis o título de "Filho mais velho da Igreja". 


Nenhuma das datas fogem da medida. 495+538=1033  1033+538=1572
 495+1260=1755
Assim como também Ancelmo de Cantuária, seu nascimento se deu no ano 
1033 a 1034.

Os primeiros sinais da reforma inglesa que vão eclodir na separação provocada por Henrique VIII, em 1534, começaram, na verdade, com Anselmo (1034-1109), que aceitou o convite para ser Arcebispo de Cantuária  sob duas condições: que as propriedades da igreja fossem devolvidas pelo rei e que o arcebispo fosse reconhecido como conselheiro do rei em matéria religiosa. A luta que começou entre a coroa e a igreja confirmou, mais tarde, que a Inglaterra fez sua reforma religiosa debruçada sobre si mesma. Henrique VIII não fundou um nova igreja, mas simplesmente separou a igreja que já existia na Inglaterra da tutela e controle romanos por razões políticas, econômicas, religiosas e até pessoais.
Durante quase mil anos a Igreja da Inglaterra esteve sob o domínio direto de Roma. Henrique VIII rompeu essa antiga filiação eclesiástica com o apoio do Parlamento. Separada e independente, a Igreja da Inglaterra continuou sua milenar caminhada na história, alternando períodos de influência ora romanistas, ora protestantes.
- (A Cantuária já foi um centro administrativo romano chamado Durovernum Cantiacorum. Com o fim da dominação latina, a cidade foi invadida pelos bárbaros jutos que lá sediaram o Reino de Kent. Em 597, o missionário Agostinho desembarcou na Cantuária com o objetivo de iniciar a evangelização dos anglo-saxões.) 


Os primeiros sinais da reforma inglesa que vão eclodir na separação provocada por Henrique VIII, em 1534, começaram, na verdade, com Anselmo (1034-1109), que aceitou o convite para ser Arcebispo de Cantuária  sob duas condições: que as propriedades da igreja fossem devolvidas pelo rei e que o arcebispo fosse reconhecido como conselheiro do rei em matéria religiosa. A luta que começou entre a coroa e a igreja confirmou, mais tarde, que a Inglaterra fez sua reforma religiosa debruçada sobre si mesma. Henrique VIII não fundou um nova igreja, mas simplesmente separou a igreja que já existia na Inglaterra da tutela e controle romanos por razões políticas, econômicas, religiosas e até pessoais.

Durante quase mil anos a Igreja da Inglaterra esteve sob o domínio direto de Roma. Henrique VIII rompeu essa antiga filiação eclesiástica com o apoio do Parlamento. Separada e independente, a Igreja da Inglaterra continuou sua milenar caminhada na história, alternando períodos de influência ora romanistas, ora protestantes.
- (A Cantuária já foi um centro administrativo romano chamado Durovernum Cantiacorum. Com o fim da dominação latina, a cidade foi invadida pelos bárbaros jutos que lá sediaram o Reino de Kent. Em 597, o missionário Agostinho desembarcou na Cantuária com o objetivo de iniciar a evangelização dos anglo-saxões.) 

Podemos dizer que a verdade que: O cristianismo Inglaterra é muito antes do interesse  de Roma.
Assim podemos afirmar que a Igreja Anglicana vem desde o tempo dos apóstolos, pois isso, nos primeiros séculos da era cristã já havia uma igreja organizada nas ilhas britânicas. O anglicanismo tem suas raízes na Inglaterra, onde pessoas anônimas passaram para outras, as Boas Novas do Evangelho, a Igreja Celta.
 A primeira referência histórica sobre a existência de cristãos na Grã-Bretanha foi registrada por Tertuliano que, em 208 D C, fala de regiões da ilha que haviam se convertido ao cristianismo. Pouco se sabe sobre esses cristãos durante o segundo século. No século III há uma clara evidência das comunidades cristãs em meio aos celtas embora não fossem grandes, nem fortes. Essa igreja era chamada de Igreja Celta, muito mais próxima das igrejas orientais (ortodoxas) do que com a igreja ocidental (romana). 
Assim de um lado Roma e o papado, de outro os monges sob o comando de Iona que desconfiavam muito desses cristãos estrangeiros que se dava muito bem com os invasores e falavam em um papado do qual sabia muito pouco. Em 603, Agostinho chamou representantes da Igreja Celta numa tentativa de convencê-los a se submeter as práticas e disciplinas romanas, mas eles recusaram. Santo Agostinho morreu em 605, mas a questão das diferenças entre a Igreja Britânica e a Igreja Romana continuou sendo motivo de controvérsias. A obra missionária iniciada por Agostinho foi consolidada por uma segunda missão romana liderada por Teodoro de Tarso. O principal ponto de discórdia era a data da Páscoa, pois a Igreja Celta seguia uma tradição bem mais antiga do que a Igreja de Roma (tradição joanina). Havia questões menores, como a forma da tonsura monástica, a área raspada da cabeça do monge. Finalmente, em 664 a.d, Sínodo de Whitby, em Whitby, na Northumbria, a questão foi resolvida em Concílio, por votação e através de decreto do rei Oswy, que decidiu em favor das práticas e costumes romanos, sendo a Igreja Celta obrigada a se submeter a Roma.
Quando Anselmo (1034-1109) foi nomeado como o Arcebispo de Cantuária pelo Rei Rufus (filho de Rei William), tentou a estabelecer a supremacia papal na Inglaterra. Mas ele enfrentou grande resistência de Rei e dos bispos ingleses que apoiaram o Rei Rufus. E Anselmo foi obrigado a se exilar a Roma por duas vezes. Os primeiros sinais da reforma inglesa que vão eclodir na separação provocada por Henrique VIII, em 1534, começaram, na verdade, com Anselmo que aceitou o convite para ser Arcebispo de Cantuária sob duas condições: que as propriedades da igreja fossem devolvidas pelo rei e que o arcebispo fosse reconhecido como conselheiro do rei em matéria religiosa.


CONSTANTINO INVADE A ITÁLIA. 662
http://www.portalsaofrancisco.com.br/historia-geral/constantinopla
662+722=1384+538=1922


Podemos dizer que a história faz um rastro delicado diante do tempo, enquanto as pessoas lidam com seu dia a dia, ela faz cumprir suas medidas. 





John Wycliff Precursor da Reforma Protestante (1330 - 1384)  1384+538=1922
Ao final da Idade Média os leigos começaram a ter uma maior atuação nos ofícios religiosos em suas paróquias. Fato que favoreceu a tomada de consciência do povo sobre os abusos de poder da Igreja e desejosos de uma reforma.  O espírito independente do cristianismo inglês ganhou forças novamente com John Wycliffe (1330-1384), considerado “a estrela-d’alva da Reforma” e precursor da Reforma Protestante. Wycliffe desafiou a autoridade papal, tornando-se o campeão da independência inglesa, destacando unicamente as Sagradas Escrituras como autoridade definitiva na vida cristã. Ele defendeu o direito dos cristãos lerem a Bíblia em sua língua materna para entenderem-na por si mesmos.  Wycliffe designou também pregadores para anunciar as boas-novas por toda a Inglaterra. Esses pregadores, apelidados de “lolardos”, cumpriram sua tarefa por mais de 150 anos, muitas vezes, perdendo a vida nessa obra. John Wycliffe deu grande influência a Igreja na Inglaterra criticando: a autoridade papal, grande bens eclesiástico, peregrinação, imagens, reverencias aos restos mortais dos Santos etc. Nesta época, os bispos e abades eram grande fazendeiros e viviam como nobres e receberam grandes críticas das pessoas humildes da época. E os comerciantes tinham grande interesse no comércio exclusivo dos mosteiros e conventos.





Em 1527, Henrique oficializou seu pedido ao Clement VII. E no mesmo ano, 6 de maio, o exército espanhol invadiu na cidade de Roma e ocupou a cidade. E conseqüentemente, o Papa Clement VII ficou sob o olhar vigilância do Rei espanhol Carlos V, e ele não tinha a condição de prejudicar a tia Catarina do Rei Carlos V. Clement VII concordou a enviar seu embaixador especial a Inglaterra para examinar o caso. Mas o corte promovido pelo embaixador papal encerrou sua atividade sem dar nenhuma decisão em 22/07/1529. Neste momento, Henrique VIII desistiu a solucionar seu problema pela autoridade papal e começou a procura a solução no Congresso através a legalização do caso. Em 1529, o congresso começou a discutir as reformas. Mas no inicio de 3 anos, não houve o progresso. Mas quando Thomas Cromwell começou a ter sua liderança no Congresso, o congresso legalizou muitas leis contra o domínio romano na Inglaterra.
Em 1532, o Congresso tirou o poder legislativo do Sínodo da Igreja e declarou que o rei e chefe da Igreja inglesa. Em 1533, o Congresso proibiu o direito de apelo ao Corte papal de Roma. E no mesmo ano, Thomas Cranmer tornou-se o Arcebispo de Cantuária e anulou o casamento entre Henrique VIII e Catarina e validou o casamento entre Henrique e Ana. 

1533-457=1076  

Em 1534, o Congresso decretou a Lei de Supremacia do Rei e declarou que a Inglaterra e um país independente e não recebe nenhuma influência da autoridade externa e o Rei da Inglaterra é o chefe do Estado e ao mesmo tempo, o chefe supremo da Igreja da Inglaterra na terra - Supreme Head on earth of the Church of England. 
Henrique convoca o parlamento que transforma a Igreja na Inglaterra em Igreja da Inglaterra. Henrique conseguiu seu objetivo quando os bispos ingleses declararam a anulação de seu casamento com Catarina. E ainda afirmou a majestade como única suprema cabeça, da Igreja e da Inglaterra. Agora nem o pontífice, nem qualquer outro bispo estrangeiro tinha mais autoridade na Inglaterra, e a ortodoxia da Igreja foi proclamada quando o parlamento assegurou ao mundo que, por nenhum de seus estatutos modificaria princípios da primitiva fé católica da Cristandade. Com isso, todo poder administrativo, jurídico e fisco na Inglaterra passou na mão do rei. 
Mas Henrique não quis se envolver nos assunto da igreja como sermão, o sacramento, excomunhão etc. Todavia, continuou sendo um homem muito perigoso, executando muitos protestantes, inclusive William Tyndale, em 1536.O grande reformador inglês, Thomas Cranmer, teve as conspirações traiçoeiras contra sua vida imortalizadas na peça Henrique VIII, de William Shakespeare. Apenas três anos após a execução de Tyndale, pela audácia de traduzir a Bíblia para a língua inglesa, Thomas Cranmer assumiu o papel de mártir na tentativa de convencer o rei Henrique de permitir o uso da Bíblia em inglês na Igreja. Henrique VIII surpreendeu o mundo quando consentiu em 1537 e autorizou a tradução da Bíblia em inglês atendendo os pedidos de Thomas Cromwell e Thomas Cranmer. Cranmer continuou tentando influenciar o rei para aproximar a Igreja da Inglaterra da Reforma Protestante. Na época da Reforma a Igreja da Inglaterra veio a ser influenciada pelos pensamentos dos reformadores, sendo que o grande reformador da Inglaterra foi o Arcebispo Thomas Cranmer. Assim sendo, a Igreja da Inglaterra separou-se de Roma, voltando a ser uma igreja autônoma, mas conservando a mesma doutrina e tradição.   Durante o reinado de Henrique foram publicadas declarações da doutrina para a Igreja. Em 1536 surgiram os 10 artigos, redigidos por Henrique, com a ajuda do Arcebispo Thomas Cranmer, que mencionava três sacramentos (batismo, penitência e eucaristia).  Henrique VIII não fundou uma nova igreja, mas simplesmente separou a igreja que já existia na Inglaterra da tutela e controle romanos por razões políticas, econômicas, religiosas e até pessoais. Durante quase mil anos a Igreja da Inglaterra esteve sob o domínio direto de Roma. Henrique VIII rompeu essa antiga filiação eclesiástica com o apoio do Parlamento. Separada e independente, a Igreja da Inglaterra continuou sua milenar caminhada na história, alternando períodos de influência ora romanistas, ora protestantes.  Com a morte de Henrique VIII, em 28/01/1547, a Reforma Inglesa entrou em nova fase: seis anos de experiência protestante no reinado de Eduardo VI, aos moldes calvinista ou luterano, um menino débil e doente, fruto do terceiro casamento de Henrique, desta vez com Ana Seymour que morrera de parto ao dar à luz ao tão esperado herdeiro varão, seguidos por seis anos de reação católica com Maria I. Com Ana Bolena o rei teve outra filha, Elizabeth I.   
Depois da morte de Ana Seymour o rei casou-se mais três vezes, mas não teve nenhum herdeiro varão.    Eduardo VI era um menino de nove anos quando seu pai morreu e foi, durante seu reinado, apoiado por regentes enquanto aguardava sua maioridade que não se consumou, Eduardo VI morreu aos 16 anos, o Arcebispo Thomas Cranmer começou, livremente, a reforma na Igreja. O Congresso aprovou a Lei da Uniformidade do Culto, que requeria que o clero utilizasse uma liturgia única, sendo assim foi publicado o primeiro Livro de Oração Comum, em 21/01/1549. O objetivo do primeiro Livro de Oração Comum foi estabelecer a uniformidade do culto no país e excluir os elementos não- bíblicos do culto, apesar de não negar a tradição católica (universal). Durante seu reinado o casamento do clero foi legalizado e ordenou o estabelecimento dos ofícios das igrejas na língua do povo.   Em abril de 1552, o Congresso aprovou a Segunda Lei da Uniformidade do Culto e determinou o uso de um novo Livro de Oração Comum a partir do Dia de Todos os Santos. Comparando primeiro Livro de Oração Comum, este foi mais protestante, iluminando os usos das expressões como Missa, Altar, Sacrifício e enfatizou a Igreja inglesa como Igreja Nacional. Também, proibiu os costumes, gestos, paramentos e ornamentação no altar ligados a Igreja Romana.
Em 1552, o Congresso decretou os Quarenta e dois Artigos de Religião sob a orientação de Arcebispo Cranmer. Ele quis excluir as crenças medievais (não bíblica) e ao mesmo tempo, quis preservar a Igreja inglesa na crença católica (universal).     Em julho de 1553, Rainha Maria Tudor (Maria I) sucedeu o reinado pela morte de Rei Eduardo VI. E ela revogou a Lei de Supremacia do Rei, e a Lei da Uniformidade do Culto e determinou a volta da Igreja inglesa para a Igreja Romana. Para isso, ela, primeiramente, queimou os lideres religiosos como o Arcebispo Cranmer e outros, acusando-os como os hereges.  A súbita morte de Eduardo VI em 1553 revelou quão pouco o protestantismo tinha penetrado no país. Maria Tudor sucedeu ao trono, sob entusiasmo do povo. Maria submeteu à nação ao poder papal. Contra os sábios avisos de seus conselheiros, cerca de 300 ingleses foram queimados como protestantes heréticos. Entre eles estavam bispos, incluindo o Arcebispo de Cantuária, THOMAS CRANMER.   Outras vítimas de Maria Tudor foram: HUGH LATIMER, que nasceu em Themaston, Leicestershire. “Papista” convertido ao protestantismo aos 30 anos, tornou-se um dos doze pregadores licenciados (licenced preachers) de Cambridge. Acusado de heresia, foi obrigado a assinar sem crer os artigos de fé. Resignou à Diocese em 1539. Foi prisioneiro até a morte de Henrique VIII (1547). Readquiriu o favor sob o reinado de Edward VI, mas foi novamente preso e processado por ordem da Rainha Maria. Condenado por heresia foi queimado vivo no dia 16 de outubro de 1555. Naquele triste momento Latimer disse para seu companheiro: “Fique bem confortado, Mestre Ridley, e seja corajoso. Nós vamos neste dia acender tal vela pela graça de Deus na Inglaterra que eu creio nunca será apagada”. Considerado mártir da Reforma da Inglaterra. Seus sermões foram publicados em 1635.NICHOLAS RIDLEY, que nasceu em Northumberland, foi Capelão de Thomas Cranmer, Arcebispo de Cantuária, colaborou com este na redação dos Quarenta e dois Artigos de Religião, que depois foram reformulados ficando conhecidos como os Trinta e nove Artigos de Religião, que se tornaram o fundamento da Igreja Anglicana e do anglicanismo mundial, bem como no preparo do livro inglês de Oração Comum. Foi anda capelão de Henrique VII e Cônego de Worchester, tornou-se Bispo de Rochester,1547, e de Londres,1550. Acusado de introduzir o protestantismo na Universidade de Cambridge, 1547. Propagou os princípios da reforma. Foi preso após a ascensão de Maria Tudor (a saguinária) ao trono,1533  Dois anos mais tarde, foi declarado herege e queimado vivo com Hugh Latimer.JOHN HOOPER, que nasceu Somerset, em fins do século XV. Abraçou os princípios da Reforma e, para escapar à perseguição, refugiou-se no continente europeu,1539. Regressou a Londres 1549, sendo nomeado no ano seguinte Bispo de Worcester e Gloucester. Após a ascensão de Maria Tudor, 1553, tornou-se uma das principais vítimas protestantes ao ser queimado vivo num pelourinho próximo à sua própria catedral. Morreu no dia 9 de fevereiro de 1555, como um dos grandes baluartes da fé reformada inglesa em Gloucester, Inglaterra.   Devido a isso a Rainha Maria Tudor I ficou conhecida como Maria, a Sanguinária (bloody mary). É claro que o povo não gostou da volta do catolicismo, mas o que causou grande revolta foi seu casamento com seu primo Felipe II, pois a Espanha era uma grande nação e isto amedrontava os nacionalistas.   Maria I morreu sem deixar herdeiros e sua meia irmã, Elizabeth I, a substituiu no trono em 17/11/1558.
Da Rainha Elizabeth I a colonização americana.
História da Igreja da Inglaterra após a Rainha Elizabeth I, que rompe definitivamente com a Igreja de Roma e o Anglicanismo recebe a caracterítica da "via média" que o define até os dias atuais.   Elizabeth I reinou de 1558 a 1603. Com ela veio o aumento das riquezas e do comércio, especialmente pela derrota da formidável armada, pelo meio da qual, seu cunhado havia planejado a invasão da Inglaterra.   Em 28 de abril de 1559, o Congresso, novamente, aprovou a Lei de Supremacia do Rei e a Lei da Uniformidade do Culto, proibido a autoridade papal na Inglaterra. Assim, definitivamente, surgiu a Igreja Inglesa estabelecida pela Lei Nacional. Elizabeth I não quis usar a expressão de Chefe supremo da Igreja na terra e usou a expressão Governador supremo da Igreja na Inglaterra. Através de novas leis, Elizabeth I obrigou os ministros ordenados a utilizarem obrigatoriamente os paramentos clericais. E com a aprovação do Congresso, ela publicou o Terceiro Livro de Oração Comum, mais voltado ao Primeiro LOC. Elizabeth I tomou uma atitude moderada em relação aos católicos romanos nos primeiros 10 anos de reinados. Cerca de 200 sacerdotes dentro de 8 mil deixaram a Igreja rejeitando as novas Leis. Sucedendo o ultimo Arcebispo romano de Cantuária, Reginald Pule, Matthew Parker, em 1559, tornou-se o Arcebispo de Cantuária, pelos 4 bispos no Palácio de Lambeth, utilizando o Rito do Livro de Oração Comum de 1552.     Em 1563, foi escrito o grande documento da Reforma Anglicana: Os Trinta e Nove Artigos de Religião, que foram aprovados pelo Sínodo (na época de Rainha Maria I, os 42 Artigos foram revogados), modificando, parcialmente, os Quarenta e dois Artigos de Religião, documento este que demonstra a posição doutrinal da Igreja Anglicana em relação ao Catolicismo Romano e ao Protestantismo Reformado, sendo que evidenciou a “via média” deste ramo do Cristianismo, ficando conhecido como “Solução de Elizabeth”, pois Elizabeth I rejeitou o extremo de protestantismo e catolicismo romano e procurou a terceira opção. Nesse mesmo ano, a rainha Elizabeth I escreveu ao rei Ferdinando, regente católico-romano da Espanha, declarando que a Igreja da Inglaterra era a continuação da antiga Igreja Católica, mas não subserviente ao papa: “Nós, e nossos súditos, Deus seja louvado!, não somos seguidores de quaisquer religiões novas ou estrangeiras, mas a mesma religião que Cristo ordena, com as antigas sanções da Igreja Católica, as quais com a mente e a voz o mais antigos pais unanimemente aprovaram”.    Em 1570, o Congresso aprovou os Trinta e Nove Artigos de Religião como o princípio que todos os ministros ordenados, universitários e os funcionários públicos devem aceitá-loa. Os 39 Artigos esclareceram a posição doutrinal da Igreja Anglicana diante da Igreja Romana e da Igreja Protestante.     Em 1570, Papa Pio V publicou Bula Regnans in excelsis e excomungou Elizabeth I e aqui houve a separação definitiva da Igreja Romana.   
Elizabeth I tirou o Artigo 29 mas o Sínodo, em 1571, aprovou a reinclusão do Artigo 29 e os romanistas, definitivamente, saíram da Igreja Anglicana. Desde 1865, os clérigos somente foram requisitados para confirmar de que Livro de Oração Comum contém todas as doutrinas da Igreja Anglicana e não pode ensinar contrariando os 39 Artigos.  O século XVI viu o processo de colonização das Américas. As grandes potências europeias começam a tomar conta do Novo Mundo. As instituições religiosas de todo o mundo europeu se voltam à cristianização do Novo Mundo. Esse processo de cristianização, hoje foi considerado inadequado e agressivo.   Do início da Igreja Anglicana nos Estados Unidos da América ao Movimento Anglicano Continuante e ao Movimento de Convergência.  A rainha Elizabeth, conhecida como “a rainha virgem”, possuía uma colônia no Novo Mundo que recebeu o nome de “Virgínia” em sua honra. A Igreja Anglicana foi para os EUA no período de colonização onde passou a ser chamada Igreja colonial. O ministro anglicano, Robert Hunt, fundou a primeira igreja protestante das colônias americanas em Jamestown, no ano de 1607. Nesse meio tempo, ocorreu o atendimento episcopal da Igreja da Inglaterra à Igreja colonial, pois a Igreja Anglicana é uma Igreja Episcopal, isto é, que tem bispos.    
Dois terços dos signatários da Declaração da Independência dos Estados Unidos eram anglicanos, bem como o seu primeiro presidente George Washington. O relacionamento estreito que a Igreja Anglicana tinha com a monarquia inglesa deteriorou-se, obviamente, durante a Guerra da Independência dos Estados Unidos.   Não tendo a metrópole enviado nenhum bispo à colônia não havia atendimento pastoral e espiritual adequado, ficando os colonos desamparados. Quando as 14 colônias conseguiram sua independência, em 1776, não era mais possível manter aquela situação. Finalmente foi eleito um bispo, Samuel Seabury, que deveria ser sagrado na Inglaterra, já que não havia bispos anglicanos na América. Os bispos ingleses juravam fidelidade à coroa e não poderiam ir contra ela. Assim o futuro bispo dirige-se para Escócia, onde também havia uma Igreja Anglicana, só que de nome Igreja Episcopal Anglicana da Escócia, que era independente da tutela inglesa. No ano de 1784 Samuel Seabury foi sagrado bispo, o primeiro do continente americano. O Anglicanismo, na nova nação, foi reorganizado e recebeu o nome de Igreja Episcopal Protestante, sob a liderança dos bispos William White, Samuel Seabury e Samuel Provoost.Na Igreja Episcopal Protestante surgiu o Movimento Anglicano Continuante, em 1977, em resposta as ordenações femininas ocorridas nas Igrejas dos Estados Unidos e no Canadá, para conservar a Igreja Anglicana da forma que sempre foi, não aceitando as novas mudanças provenientes do Liberalismo Teológico. Sendo que a Província da América Latina da Comunhão Anglicana Independente, jurisdição a que pertencemos no início de nossa caminhada, (conhecida como Igreja Anglicana Latina) é parte deste movimento, que acabou se separando da Comunhão Anglicana (Canterbury). A solene Afirmação de Sant Louis, emitida pela Sociedade dos Clérigos Zelosos, em 17 de setembro de 1977, define a posição teológica do Movimento Continuante Anglicano das Américas. A Igreja Anglicana do Brasil passou a fazer parte da Comunhão Anglicana Independente Worldwide em 27 de abril de 2005, pois a Igreja Anglicana Latina, através de seu Arcebispo Primaz, Dom Leonardo Marin-Saavedra, passou a formar a Província da América Latina desta comunhão.   Na data de 07 de setembro de 2005, o Arcebispo Leonardo Marin-Saavedra se retirou da Comunhão Anglicana Independente Worldwide, todavia a Igreja Anglicana do Brasil resolveu permanecer fiel a Comunhão Anglicana Independente Worldwide e deixou de ser parte da Igreja Anglicana Latina, que por sua vez deixou de ser parte desta comunhão, voltando ao seu “status” de ramo do anglicanismo independente de forma totalmente autocéfalica.  Na data de 12 de setembro de 2005 a Igreja Anglicana do Brasil passou a ter “status” de Arquidiocese, passado a denominar-se Arquidiocese Thomas Cranmer e o seu Bispo Principal Eleito passou a ser o seu Arcebispo Eleito.   Dom Barry Frank Peachey, Chanceler Metropolitano da Anglican Independent Communion – Worldwide, veio da Inglaterra ao Brasil para fazer uma visita pastoral e sagrar os primeiros Bispos da Igreja Anglicana do Brasil, entre os dias 11 e 18 de janeiro de 2006.Os Bispos sagrados em 15 de janeiro de 2006 foram o Revmo Dom Ricardo Lorite de Lima, que foi devidamente instalado como Arcebispo Primaz do Brasil, Dom Rui Costa Barbosa empossado como Bispo Coadjutor e o Revmo Dom Josué Souza Torres foi designado como Bispo Sufragâneo de Taboão da Serra.
O Anglicanismo no Brasil 
Breve relato do Anglicanismo em terras brasileiras. O primeiro grupo de cristãos protestantes a ter permissão de ter templo no Império Brasileiro foram os anglicanos, em 1810, quando em um acordo de comércio entre Portugal e a Inglaterra. Neste acordo estava previsto a liberdade de os anglicanos construírem suas capelas em território brasileiro.  O primeiro templo cristão construído por protestantes no Brasil , que também foi o primeiro na América do Sul, foi da Igreja Anglicana. Foi construído na cidade do Rio de Janeiro. A princípio os anglicanos residentes no Brasil se reuniam em casas ou em navios ingleses para realizarem seus cultos, antes da liberdade de se poder construir capelas. Porém as capelas não poderiam ter aspecto de templo, deveriam parecer uma casa comum. Por isso era proibido construir torres e ter sinos nas primeiras igrejas anglicanas. Essas primeiras capelas ficaram subordinadas a Igreja da Inglaterra e eram somente para atender ingleses. Foram construídas capelas em São Paulo, Santos, Rio de Janeiro, Belém e Recife.  Aproximadamente nos anos 1860 houve a tentativa de se implantar a igreja anglicana voltada para o povo brasileiro, para isso o Missionário norte americano Rev. Richard Holden tentou abrir a primeira missão em Belém - PA, depois em Salvador - BA, mas essas tentativas foram frustradas.   Em 1890 missionários norte americanos, egressos do Seminário de Virgínia, chegaram no Rio Grande do Sul, onde estabeleceram as primeiras comunidades brasileiras. Em 1º de junho de 1890, James Watson Morrir e Lucien Lee Kinsolving realizam, na cidade de Porto Alegre, o primeiro ofício religioso do que se chamou na época Igreja Protestante Episcopal no Sul do Estados Unidos do Brasil, que foi o primeiro nome da Igreja Anglicana em terras brasileiras. Depois passou a se chamar Igreja Episcopal Brasileira, Igreja Episcopal do Brasil e ultimamente Igreja Episcopal Anglicana do Brasil.  Portanto a Igreja Episcopal Anglicana do Brasil é fruto da união de três grupos anglicanos que estabeleceram-se no Brasil.

1417+457=1874+33=1907



Em 1874 primeira assembleia americana levou a independência dos EUA.
Os primeiros anglicanos aqui chegaram foram cidadãos britânicos no período Joanino e Império, eles formaram diversas capelas. A segunda leva de imigrantes anglicanos foi a migração de japoneses de fé anglicana para São Paulo, conseqüentemente a maioria dos anglicanos no estado são japoneses descendentes ou natos. Missionários norte-americanos vieram da Virgínia, nos Estados Unidos em 1890, no Rio Grande do Sul
A Missão Americana emancipou suas igrejas em 1907 e estas se fundiram com as capelas inglesas em 1955, formando a Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, autônoma e afilada à Comunhão Anglicana.   A partir da década de 90, a Igreja Episcopal Anglicana do Brasil começou a ter problemas internos, assim como aconteceu nos Estados Unidos, Inglaterra, etc, foi quando as Igrejas Anglicanas Independentes, mais conhecidas como Igrejas Anglicanas Continuantes,  começaram a chegar no Brasil, para atender anglicanos que não tinham mais condições de permanecer na Igreja Episcopal Anglicana do Brasil (IEAB) - 19ª Província da Comunhão Anglicana (única jurisdição no Brasil canonicamente ligada a Comunhão Anglicana, Cantuária), por diversas razões, desde comportamentais, doutrinárias até administrativas, que é o caso da Igreja Anglicana do Brasil.  As divisões no Anglicanismo aconteceram assim como em todas as outras denominações cristãs.   Nós da Igreja Anglicana do Brasil somos fruto desta história, somos uma Igreja Anglicana Livre.

Quando Anselmo (1034-1109) foi nomeado como o Arcebispo de Cantuária pelo Rei Rufus (filho de Rei William), tentou a estabelecer a supremacia papal na Inglaterra. Mas ele enfrentou grande resistência de Rei e dos bispos ingleses que apoiaram o Rei Rufus. E Anselmo foi obrigado a se exilar a Roma por duas vezes. Os primeiros sinais da reforma inglesa que vão eclodir na separação provocada por Henrique VIII, em 1534, começaram, na verdade, com Anselmo que aceitou o convite para ser Arcebispo de Cantuária sob duas condições: que as propriedades da igreja fossem devolvidas pelo rei e que o arcebispo fosse reconhecido como conselheiro do rei em matéria religiosa. A luta que começou entre a coroa e a igreja confirmou, mais tarde, que a Inglaterra fez sua reforma religiosa debruçada sobre si mesma.

1378 - 1417. 
A cisão papal, com dois Papas rivais ao mesmo tempo no comando da igreja católica Romana.

Desde 1378, os antipapas de Avignon e os papas de Roma se opunham ferozmente uns aos outros e dividiam a Igreja. O clero tentava encontrar solução, como no curso do Concílio de Pisa em que um terceiro papa, Alexandre V, tinha sido eleito e iria suceder a João XXIII. Porém a unidade jamais se concretizou em torno dele e a Igreja, num dado momento, se viu diante de três soberanos. O impasse se tornou crítico e o imperador Sigismundo, do Sacro Império Romano Germânico, pressionou o papa de Pisa a organizar um novo concílio, o de Constança, em 1414. Finalmente, em 11 de novembro de 1417, Martinho V é eleito para o trono de Pedro e consegue reconstituir a unidade da Igreja.
http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/17754/hoje+na+historia+1417++martinho+v+e+eleito+papa+e+reunifica+a+igreja+catolica.shtml




CONSTANTINO O GRANDE E O CRISTIANISMO   312 dC.

"Constantino I ou Constantino, o Grande (272-337), entrou para a história romana como o primeiro imperador romano a se converter ao Cristianismo. Contudo fica em aberto a seguinte questão, será que ele teria feito isso por pura devoção ou fora uma jogada política? Constantino antes de se tornar cristão, era um homem devoto inicialmente ao culto dos deuses romanos, ele próprio se comparava como sendo descendente do herói Héracles (Hércules), posteriormente em suas campanhas militares no Oriente tivera contato com o culto do Deus Sol Invictus, ligado ao Mitraísmo. Contudo sua aparente devoção ao deus dos cristãos só viria no ano de 312, quando este estava prestes a travar uma dura batalha contra o imperador Maxêncio. Nesta época o império romano estava dividido em porção Ocidental e Oriental, assim havia um governo com dois imperadores e dois césares".







O massacre da noite de São Bartolomeu ou a noite de São Bartolomeu, foi um episódio, da história da França, na repressão ao protestantismo, engendrado pelos reis franceses, que eram católicos. Esses assassinatos aconteceram em 23 e 24 de agosto de 1572, em Paris, no dia de São Bartolomeu.

Massacre da noite de São Bartolomeu – Wikipédia, a enciclopédia livre

https://pt.wikipedia.org/wiki/Massacre_da_noite_de_São_Bartolomeu

sábado, 9 de dezembro de 2017

SETENTA ANOS DEPOIS 1947 FOI RECONHECIDO JERUSALÉM COMO CAPITAL.

ESTADOS UNIDOS E JERUSALÉM CAPITAL DO ESTADO  DE ISRAEL.

Neste espaço quero apresentar novamente que os acontecimentos da história, tem  apresentado  que existe um Deus no controle de tudo. E isto não quer dizer que Ele nos tira a liberdade de escolha, mas permite estas medidas se repetirem,  para que você escolha de que lado deseja estar. 
A palavra de Deus é clara: "Deus opera tanto no querer como no efetuar" Filipenses 2:03. Por outro lado, em Judá, a mão de Deus esteve sobre o povo concedendo-lhes: - "censo de unidade de pensamento para executar oque o rei e seus oficiais haviam ordenado, conforme a palavra do Senhor." 2 Crônicas 30:12
Eu sei que você pode se perguntar: "Deus controla tudo mesmo?" Sim controla tudo, mesmo que você tenha dificuldade de entender como. " E há diversas formas de atuação, mas é o mesmo Deus que efetua tudo em todos"  1 Coríntios 12:06

O autor bíblico ainda  afirma:

Ecle 3:1 "Tudo tem a sua ocasião própria e todo o propósito debaixo do céu tem o seu tempo".

Existe uma complexabilidade inerente no seres humanos para entender que as coisas acontecem no Seu tempo.  
Apesar de apresentar estas medidas, este espaço não visa saber ou fazer previsão futurística, ainda que muitas vezes podem apontar em que direção estamos  indo. 

Nesta ultima semana, um acontecimento importante  movimentou a mídia internacional, foi a declaração do presidente do EUA apontando que Jerusalém deva ser a capital do povo judeu na palestina.

Não reconheço a decisão de Donald Trump como uma profecia que se cumpriu, mas um acontecimento que estava estabelecido nas medidas de Deus. (De seu santuário)
Outros eventos ocorrerão no futuro, não por que eu esteja prevendo isto, mas por estar nas medidas de Deus.

A intervenção de Deus não esta apontando que o povo Judeu é o Seu povo na Terra, mas que a cidade de Jerusalém tem muito que ver com os Seus planos e suas medidas. E que apesar destes terem se afastado de Deus como nação, não quer dizer, que Ele deva deixa-los a deriva para sempre e em toda história
Deus tem um nome a zelar.  Temos que ter em mente que este mesmo Deus, ainda atua para que estes entendam o quanto Deus os ama. Assim como muitas vezes Deus intervem na nossa vida de forma particular, ou como nação, não por nossos méritos, mas pelo méritos de Cristo.

2017-70=1947
1947-1307=640

O Egito de tempos em tempos se torna noticia, sua história esta cravada na bíblia de forma muito interessante. O Egito muitas vezes se tornou um refugio para alguns personagens bíblicos, Temos o caso de Abraão: "E havia fome naquela terra; e desceu Abrão ao Egito, para peregrinar ali, porquanto a fome era grande na terra."  (Gênesis 12 : 10) 
Temos ainda a lembrança de José que foi vendido e levando ao Egito:  "Disse mais Faraó a José: Vês aqui te tenho posto sobre toda a terra do Egito."  (Gênesis 41 : 41)
Depois sua família buscou um lugar no Egito: "E começaram a vir os sete anos de fome, como José tinha dito; e havia fome em todas as terras, mas em toda a terra do Egito havia pão."  (Gênesis 41 : 54)
Jesus quando em risco de morte, o Egito foi seu refugio temporário. "E esteve lá, até à morte de Herodes, para que se cumprisse o que foi dito da parte do Senhor pelo profeta, que diz: Do Egito chamei o meu Filho."  (Mateus 2 : 15)

 "Também não oprimirás o estrangeiro; pois vós conheceis o coração do estrangeiro, pois fostes estrangeiros na terra do Egito."  (Êxodo 23 : 9)


O Egito foi dominado pelos Romanos do ano 30 antes de Cristo - 640 depois de Cristo. Os Árabes tomam o Egito 640  assim incia uma nova faze da história.



 640+1307=1947+70=20


Inicio da era medieval, ano 1798.


No ano 640, com a conquista do Egito pelos árabes, começou a era medieval, que durou até 1798. - A difusão do árabe e do islamismo transformou a invasão muçulmana na mais importante de todas  a que o Egito sofreu.
vhttp://www.batalhaosuez.com.br/HistoriaEgipcios.htm


O ano de 1798 também marca o fim do poder papal.

Então, algo mudou. Em fevereiro de 1798, o General francês Berthier entrou em Roma, e numa ação militar que durou poucos dias, prendeu o Papa Pio VI, proclamou uma república e – preste bem atenção! – RETIROU O PODER TEMPORAL (secular, político, civil) ao papado, cumprindo a profecia de Apocalipse 13:3 “Vi uma de suas cabeças como ferida de morte…”.

https://adventismoemfoco.wordpress.com/2015/03/29/a-ferida-de-morte-do-papado-de-1798-foi-curada-em-1929/

1947 +70=2017
Ainda devemos ter em mente. 1307+640=1947.    1307+490=1798




1457 REORGANIZAÇÃO DA IGREJA HUSSITA (IRMÃO BOÊMIOS)

Esta matéria terá atualizações. Publicarei as fontes sobre o ano 1527 e 1457.






1457+490=1947-1307 =640-70=5701947-1948

Em 1947, os britânicos decidiram sair da “Palestina que restou”, por não conseguirem administrar os conflitos entre árabes e judeus, e solicitaram à ONU uma decisão sobre o território.
Em 29 de novembro de 1947, a ONU, em Assembleia Geral presidida pelo brasileiro Oswaldo Aranha, aprovou o plano de Partilha da Palestina (Resolução 181), com a criação de um Estado judeu e um Estado árabe (note que a ONU não se refere a um Estado palestino, mas árabe). Pois se o território da Palestina seria partilhado, os dois Estados advindos desta Partilha seriam obrigatoriamente palestinos, o árabe e o judeu. Os judeus aceitaram a Partilha; os árabes, não. Resultado: o Estado judeu palestino é Israel; os árabes não aceitaram a Partilha e, nas muitas guerras que se seguiram após a fundação de Israel, mostraram que estavam mais preocupados em destruí-lo do que em construir o seu Estado.http://www.conib.org.br/noticias/3094/em-29-de-novembro-de-1947-onu-aprovou-a-partilha-da-palestina-os-judeus-a-aceitaram-os-rabes-no

 2017-70=1947-1307=640



640 sede da igreja Católica saqueada. 


http://igreja-alerta2011.blogspot.com.br/2011/07/historia-da-igreja-cronologia.html



2017-70=1947-1308=640


 O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta quarta-feira 6 que seu país reconhece Jerusalém como a capital de Israel e anunciou planos para levar para a cidade a embaixada norte-americana, atualmente localizada em Tel-Aviv. 06/12/2017 https://www.cartacapital.com.br/internacional/trump-reconhece-jerusalem-como-capital-de-israel-o-que-isso-significa

Devemos ter em mente que o povo judeu, ou Israel,  ficaram cativos 70 anos na corte de Babilônia, depois de 70 da nossa era fora destruído Jerusalém e o templo. E que agora saindo do ano 1947+70=2017 data onde foi anunciado e reconhecido oficialmente que Jerusalém deve ser a capital do povo judeu. 





Reflita:




















POSSO FAZER ATUALIZAÇÃO DESTE ESPAÇO A QUALQUER TEMPO.

Jose Aparecido.. 


jjcordeluz@hotmail.com

sábado, 25 de novembro de 2017

REFORMA PROTESTANTE E SUAS MEDIDAS

O mundo hoje tem por costume, ou tradição, destacar períodos fixos para suas comemorações, como 500 anos 1000 anos 2000 anos  por se tratar de períodos arredondados. Ou ainda por influência de alguns que comparam os períodos apresentados na bíblia,
"E, ainda que vivesse duas vezes mil anos e não gozasse o bem, não vão todos para um mesmo lugar?"  (Eclesiastes 6 : 6)
Na palavra de Deus encontramos muitas afirmações de mil anos ou conjunto de mil anos. Parece que estes conjuntos de anos sempre tiveram um fascínio na mente humana.

Como você pode notar eu não falo sobre estes períodos normalmente. Eu procuro apresentar períodos  ligados a outras medidas,  proféticas ou históricas, apresentadas na bíblia como 457 , 490, 1307, 1377, 2300, 70 anos.   Sempre voltado a história do judaísmo e cristianismo.

Assim neste ano em que se comemora 500 anos de Reforma Protestante, eu não vou apresentar os acontecimentos ligados a períodos de 500 anos, mas um pouco de tudo que já publiquei neste espaço. Contudo não vou explicar estes períodos, apenas apresentar um ressumo tímido de muitas publicações anteriores neste mesmo lugar.
Esta postagem eu irei atualizar de tempos em tempos publicando novas medidas sobre estes períodos. Usarei este ano como 2017 como o ano de publicações anteriores, como uma espécie de mural da história dos anos citados ou publicados. Espero que vocês possa  crescer visitando este espaço.
Desejo aglutinar as principais postagens deste espaço, para facilitar a compreensão daqueles que correndo passam por aqui.

Vamos inciar com o período de 457 anos.














VAMOS AS MEDIDAS DE 490 ANOS.




















ASSIM QUE FOR POSSÍVEL POSTAREI MAIS MEDIDAS DA HISTÓRIA NESTE ESPAÇO.




Deus organiza o tempo para os acontecimentos mais importantes da Terra, mas procure estar do lado de Deus para que sua história possa ser contada de forma positiva, quando for contada.

Estarei atualizando esta postagem neste final de semana, como também neste ano. Aguardem.

Medite.
Até mesmo os demônios creem que tem um tempo para tudo, e que nada acontece por acaso, ainda que pareça não entender, ou fazer não entender, em que período estão vivendo. Mateus 8:29
E eis que clamaram,  dizendo: Que temos nós contigo, Jesus, filho de Deus? Vieste aqui atormentar-nos antes do tempo?








Deus sempre teve Seu tempo determinado em todo conjunto da história, você só precisa estar do lado certo.


Tenham todos um bom dia!